Há anos discutida pelo Executivo e Congresso Nacional, a reforma política, enfim, começa a transcender os limites da institucionalidade e ganhar as ruas. Como integrante no Senado Federal da Comissão que debate e que irá apresentar propostas de mudança no nosso sistema eleitoral tenho defendido junto aos meus pares, a necessidade de ouvirmos o que pensa a opinião pública para que nos ajude a construir novas formas de organização da sociedade e do Estado brasileiro.
Saber o que pensam os eleitores é muito importante porque eles são os maiores interessados neste processo. Considero a reforma indispensável e urgente no Brasil e condição necessária para o fortalecimento da democracia e extensão de direitos e de cidadania.
Se efetiva e com participação popular, poderá contribuir para a construção de um sistema político eleitoral calçado em instituições partidárias fortes e programáticas, que representem os projetos e valores da nossa sociedade.
A reforma pode ser decisiva para a transparência das instituições, para a lisura dos processos eleitorais e para assegurar aspectos clamados há tempos pelo conjunto da nossa sociedade. E, para que o grito que vem das ruas seja ouvido, é essencial uma reforma política participativa que pavimente a base de uma Nação plena de democracia.
É fundamental que universidades, escolas, estudantes, trabalhadores, aposentados, profissionais liberais, mulheres, jovens, negros, enfim, que todos opinem sobre o que pensam a respeito de questões prioritárias como a fidelidade partidária, reeleição, financiamento público de campanha, voto em lista, coligações entre partidos, equidade de candidaturas entre homens e mulheres, obrigatoriedade do voto, realização de plebiscitos e referendos e suplentes de senadores.
Vale destacar que os plebiscitos e referendos são mecanismos importantes, pois a população terá a possibilidade de opinar diretamente em temas de maior relevância, formatando assim, um sistema político que combine democracia representativa, com democracia direta. A sociedade nos coloca no Congresso para representá-la e nada mais justo que fazer os cidadãos opinarem mais nos processos legislativos e outros temas que envolvam a sociedade.
Para colaborar com essa e outras discussões o nosso mandato vai promover um ciclo de debates sobre a reforma política voltado a vários segmentos da sociedade capixaba, em três eventos na Grande Vitória. O resultado da discussão, no Espírito Santo, será levado pelo mandato ao Senado.
A reforma política é uma bela oportunidade para a sociedade brasileira, que vivencia um dos mais positivos períodos de sua história, avançar nas conquistas e aprofundar para valer o caráter democrático em todas as suas dimensões. Construir as condições objetivas para enfrentar e acabar com distorções nos espaços de poder é nossa tarefa e um dos desafios postos, no momento, mais importante para o conjunto da sociedade brasileira.
Ana Rita é senadora da República e integra a Comissão Especial da Reforma Política no Senado Federal.
Saber o que pensam os eleitores é muito importante porque eles são os maiores interessados neste processo. Considero a reforma indispensável e urgente no Brasil e condição necessária para o fortalecimento da democracia e extensão de direitos e de cidadania.
Se efetiva e com participação popular, poderá contribuir para a construção de um sistema político eleitoral calçado em instituições partidárias fortes e programáticas, que representem os projetos e valores da nossa sociedade.
A reforma pode ser decisiva para a transparência das instituições, para a lisura dos processos eleitorais e para assegurar aspectos clamados há tempos pelo conjunto da nossa sociedade. E, para que o grito que vem das ruas seja ouvido, é essencial uma reforma política participativa que pavimente a base de uma Nação plena de democracia.
É fundamental que universidades, escolas, estudantes, trabalhadores, aposentados, profissionais liberais, mulheres, jovens, negros, enfim, que todos opinem sobre o que pensam a respeito de questões prioritárias como a fidelidade partidária, reeleição, financiamento público de campanha, voto em lista, coligações entre partidos, equidade de candidaturas entre homens e mulheres, obrigatoriedade do voto, realização de plebiscitos e referendos e suplentes de senadores.
Vale destacar que os plebiscitos e referendos são mecanismos importantes, pois a população terá a possibilidade de opinar diretamente em temas de maior relevância, formatando assim, um sistema político que combine democracia representativa, com democracia direta. A sociedade nos coloca no Congresso para representá-la e nada mais justo que fazer os cidadãos opinarem mais nos processos legislativos e outros temas que envolvam a sociedade.
Para colaborar com essa e outras discussões o nosso mandato vai promover um ciclo de debates sobre a reforma política voltado a vários segmentos da sociedade capixaba, em três eventos na Grande Vitória. O resultado da discussão, no Espírito Santo, será levado pelo mandato ao Senado.
A reforma política é uma bela oportunidade para a sociedade brasileira, que vivencia um dos mais positivos períodos de sua história, avançar nas conquistas e aprofundar para valer o caráter democrático em todas as suas dimensões. Construir as condições objetivas para enfrentar e acabar com distorções nos espaços de poder é nossa tarefa e um dos desafios postos, no momento, mais importante para o conjunto da sociedade brasileira.
Ana Rita é senadora da República e integra a Comissão Especial da Reforma Política no Senado Federal.
Fonte: www.anarita.com.br
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